quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal


Excerto de "O cego e a guitarra"
Sou como a praia a que invade
um mar que torna a descer.
Há, nisto tudo a verdade
é só eu ter que morrer.
(Fernando Pessoa)
Acrílico s/tela/técnica mista/moluscos/120x60cm

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SILÊNCIO E TANTA GENTE